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Sarau Segunda Negra (vídeo)

Trecho da performance d ‘Trabalha(Dor)” no sarau Segunda Negra do Fofão Rock’n Bar, SP 

 

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A naturalidade das coisas

Todo ano tem fevereiro
Por isso sem desespero!
O importante é ser luz
Valorizar as glórias naturais
~A naturalidade das coisas~
::Quando menos se espera o amor chega
::Quanto mais cê se liberta o amor fica

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Mundo de Oz

Diziam parentes que vc era um ser desajustado pra sociedade conservadora.
Ao passar os fins de semana e várias das minhas férias ao teu lado, pude provar que é o contrário: a sociedade que está super desajustada pra viver seres puros como vc.
A primeira vez que fui pra São Vicente, foi com vc e tia Ivone, e várias lembranças boas marcam a sua existência no mundo e em meu coração: quando vc alugou um barco onde remamos as minhas primeiras léguas marinhas e tiramos muitas fotos, mas eu falhei na hora de colocar o rolo do filme e nenhuma imagem foi registrada; ou quando tatuava pessoas e eu admirava, vislumbrado com aquele talento todo, tendo vc como uma referência visual. Lembro quando vc defendeu a tia de uns caiçaras machistas valentes; depois defendeu a família contra aqueles inquilinos perturbadores, ali eu conheci um super herói de verdade. Continuar lendo

Peteca

Dizem, os estultos, que meninas não podem empinar pipas, nem meninos de boneca ou bambolê. As más línguas esbravejam: meninos não podem chorar ou temer o escuro, nem ter brilho na face nem sandália usar. Os seres atroz que pensam assim, de nada valem, de nada sabem, pois o saber é o que o faz valer. Continuar lendo

Outros Ouros Tolos (dichavando)

Boa tarde do primário dia frio que se inicia neste julho charmoso, onde cancerianas e cancerianos lidam felizes com o passar de mais um inverno brasileiro em suas vidas. O meu amor, neste exato momento, está sentado na lavanderia concentrado na produção de um filtro dos sonhos quase finalizado. Tá ficando lindo! Meu cão dorme no pé da cama com a cabeça virada na minha direção; cochilou, me observando alternar o olhar para ele e para o meu computador de tela quebrada, mas funcionando perfeitamente. O almoço prometi fazer após concluir este texto que penso em escrever aqui já faz alguns dias, e somente agora resolvi pari-lo da mente. Como você pode ver o meu Brasil tá normal, tá bonito pra mim. Quem me cerca tá do meu lado, literalmente.

O problema é o NOSSO Brasil; o meu e o seu em conjunto. Uma vez eu li uma frase da minha ídola Marina Lima que diz assim: “Como podemos ser feliz vendo o nosso semelhante infeliz?” – o que me provocou uma vigorosa reflexão sobre o olhar das pessoas para este mundo em que vivemos. Meu coração se expôs em palavras de reflexões crônicas. Boa leitura! ♥  Continuar lendo