nem chega, nem leia!

E depois do que não houve, só nos restam as impressões
Tudo pode acatar, atacar e acabar!
Mas não deve…
Não depois do que houve;
Apenas restas impressões
Lúcidas, ilícitas, sóbrias pistas explicitas
neblinadas pela razão
Pancadas de ilusão
e as folhas caíram no chão
-Chega
Submerso pela pressão
-Chega!
…Depois do que não houve, só me resta esta impressão
Vou sair do ar, pegar um ar, me apegar ao mar;
nem chega!
A Selva já me engoliu;
conheci teus órgãos;
projetos eu tenho à mil…
Só há alguns males que ainda me restam
(mas eu vou eliminá-los)
E me apegar ao mar
Me excluir e não me vingar
pra qualquer um nem chegar!
Que aqui dentro têm um peito sofredor
seja por time, pelo país ou coisas do amor…
Não chega se for pra te levar rancor
e depois te pesar
Porque eu jamais irei chegar se faltar amor.

D.

sem groselha picuinha A ARTE LIBERTA! ® 2015 Todos os direitos reservados ©

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3 comentários sobre “nem chega, nem leia!

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