…E aquele apart. tem horas que me parte. O que eu posso fazer se esta é a vida que me foi dada e este é o caminho que eu escolhi seguir.
Buscar a paz interior. E a exterior?
Só me resta viver para saber. Saber para ser. Ser para merecer. E por fim: Merecer e ter. Vejo muitos que visam o ter. Áridos espíritos! Não possuem nem a si mesmos…
As turbulências dos tempos atuais tentam levar a minha paz. Não são as minhas dívidas com o banco, nem o que eu não tenho, nem o amor que se perdeu, ou o político que nos golpeou. Nada ‘eu’. São os ‘nós’ que me aperta e confina.
Porém,
pensando bem e agora relaxado sob a brisa indica, pena eu não sinto mais.
Cada um sabe o peso do próprio corpo e o que carrega no coração. Somente eu e Deus sabemos ao certo quantos litros de pranto já derramei ao longo da minha existência. Na verdade Deus é quem sabe, pois muito eu me fiz esquecer, simplesmente para poder seguir em frente. Me ensinaram um bocado de coisas e ainda sim eu optei por assimilar no peculiar, descobrir sozinho…. Ariano torto; Aquilo que tentar me quebrar só vai conseguir, no máximo, me envergar.
Sei que um dia eu vou mudar e me sinto preparado. (Mudanças: A única certeza!) Se antes eu fazia malas, hoje basta meu cão, uma mochila nas costas e o forte ímpeto no coração. Se meu amor quiser me acompanhar, bem vindo. Caso contrário, decantará no meu arquivo morto. Ou vivo. (Certas coisas só depende de nós.)
O senhor do tempo é o único que me deve uma explicação. Com perdão nada é em vão. Percebo que o meu coração possui câmeras filmadoras: duas retinas, na altura do meu cérebro, este onde funciona todo o meu arquivo vívido de pés no chão. Eu não preciso de automóvel para me locomover; saudável os meus cambitos que vão longe até onde o meu enérgico pulmão fumante aguentar; e aguenta léguas! O meu nome é um presente. De mim ninguém se esquece. O meu semblante, semelhante a alguém, não sabe de antepassados. E este Diego atualmente não me deixa dúvidas:
Nascemos para viver
Vivemos para morrer
Morremos para manter.

pblog

Texto: Diego R Borges  Imagem: Dully Pepper:  EVOLUIR

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