Crônica do Destino

Um dia acordei e fui brincar com meus amigos;
Hoje eles apenas trabalham;

Um dia cheguei,
e ao saudar minha mãezinha querida,
notei em sua face o passar de todas as fases;

De repente, ao dormir,
eu não tinha para quem dar um boa noite
da maneira tão honesta;

Num dia olhei pro espelho
e em meu rosto plena caatinga!
o ultimo vivente de minha geração extinga;

a semente hoje árvore!

O que fiz?
Que deixarei póstumo aqui na terra?
Em que momento irão lembrar-se a meu respeito?
espero que seja em toda arte liberta!

Diego R Borges

sem groselha picuinha A ARTE LIBERTA! ® 2017 Todos os direitos reservados ©

Anúncios

2 comentários sobre “Crônica do Destino

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s