poucas!

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“Os grandes escritores nunca foram feitos para se submeter à lei dos gramáticos, mas para imporem a sua.”
#PaulClaudel

 

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“O sábio envergonha-se dos seus defeitos, mas não se envergonha de os corrigir.”
#Confúcio

 

ª
“Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um te ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida.”
#SandraCarey

 

ª
“Diante da sabedoria infinita vale mais um pouco de estudo da humanidade e de um ato de humanidade do que toda ciência do mundo.”
#SantaTeresa

 

ª
“A experiência mantém uma preciosa escola, e os tolos não aprenderão em nenhuma outra.”
#BenjaminFranklin

 

ª
“Só sei que nada sei”
#Sócrates

 

ª
“A arte é a auto-expressão lutando para ser absoluta.”
#FernandoPessoa

 

ª
“Cada um é único no mundo
e nisso todo mundo é igual
Uns resolvem tudo num mergulho!
Outros seguem em busca de um ideal…”
#MarinaLima

 

ª
Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores do que o teu silêncio, e lembre-se que alto deve ser o valor de suas idéias, não o volume de sua voz. Falar sem pensar é disparar sem apontar.
#GeorgeHerbert

 

ª
“Todos vêem o que você parece ser, mas poucos sabem o que você realmente é.”
#Maquiavel

 

ª
“Não tenho absolutamente nada contra qualquer coisa que soe a uma tentativa.”
#caiofernandoabreu
ª
“Pensamento vem de fora
e pensa que vem de dentro,
Pensamento que expectora
o que no meu peito penso.
Pensamento a mil por hora,
tormento a todo momento.
Por que é que eu penso agora
sem o meu consentimento?
Se tudo que comemora
tem o seu impedimento,
Se tudo aquilo que chora
cresce com o seu fermento;
Pensamento dê o fora,
saia do meu pensamento.
Pensamento, vá embora,
desapareça no vento.
E não jogarei sementes
em cima do seu cimento.”
#arnaldoantunes

 

ª
“Sob o mesmo céu cada cidade é uma aldeia, uma pessoa, um sonho, uma nação.
Sob o mesmo céu meu coração não tem fronteiras, nem relógio, nem bandeira.
Só o ritmo de uma canção maior.
A gente vem do tambor do Índio, a gente vem de Portugal, vem do batuque negro,
A gente vem do interior e da capital, a gente vem do fundo da floresta, da selva urbana,
dos arranha-céus.
A gente vem do pampa, do serrado, da megalópole, vem do Pantanal, a gente vem de trem,
vem de galope, de navio, de avião, motocicleta. A gente vem a nado, vem do samba, do forró,
do rap, da favela, do centro do subúrbio, da PERIFERIA, eh!
A gente vem da maré, das palafitas, vem dos Orixás da Bahia,
A gente traz um desejo de alegria e de paz e digo mais:
A gente tem a honra de estar ao seu lado; a gente veio do futuro conhecer nosso passado!!
Brasil, com quantos Brasis se faz um Brasil?
Com quantos Brasis se faz um país chamado Brasil?”
#lenine

 

ª
“Qualquer um pode mudar seu próprio caminho, só é preciso um desejo forte o suficiente.”
#karenberg

 

ª
“Suponhamos que Deus tenha criado o ser humano. Me nego a crer que Ele fez isso para que trabalhássemos das 8 às 18 de segunda à sábado durante 60/65 anos em média, para que na velhice possamos contar com a babaca possibilidade de “ começar a aproveitar a vida”. Deus é um cara legal pô, Ele não faria isso. A vida é agora. É nossa e não deles. É linda e efêmera. Você não é seu emprego! Att., Sistema Capetalista.”
#larissacordeiro

 

ª
“Eu que já não sou assim, muito de ganhar
Junto as mãos ao meu redor;
Faço o melhor que sou capaz;
Só pra viver em paz.”
#marcelocamelo

 

ª
“…e até pra morrer você tem que EXISTIR!”
#otto

 

ª
“Por que este traço hoje saiu torto
Amanhã reto, depois grosso
E ele vai ser sempre o que quiser ser
Independente dos meus comandos..”
#vanilafernandes

 

ª
“O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.”
#friedrichnietzsche

 

ª
“…Eu quero tudo o que há;
O mundo e seu amor, não quero ter que optar
Quero poder partir, quero poder ficar
Poder fantasiar sem nexo e em qualquer lugar
Com seu sexo junto ao mar.”
#antôniocícero

 

ª
“Os sonhadores são os salvadores do mundo”.
#jamesallen

 

ª
“O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.”
#paulomendescampos

 

ª
“A criação de mil florestas está em uma semente.”
#ralphwemerson

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Fonte Imagem: pensandonofuturo.com.br

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