Meu Nude

Se pra você eu sou tarde, eu me explico:

É que antes de eu sair do armário, resolvi fazer uma faxina nele; queimei as roupas que os hipócritas imorais me vestiu em suas mentes sujas. Agora eu ando nu! Continuar lendo

Meu livro: “A Arte Liberta, Outra Realidade”

Ontem rolou o lançamento digital do meu primeiro livro, que mescla poemas, poesias, crônicas, fúria social, cartas de amor e um soneto. Revelações de um coração sensível e resistente, pra gente forte e incansável.

Coisas que apenas mentes loucas e felizes são capazes de entender. 

outra-realidade
Disponível na versão eletrônica e impressa por enquanto na Livrorama

Boa leitura. 😉

D.

sem groselha picuinha A ARTE LIBERTA! ® 2016 Todos os direitos reservados ©

sem groselha picuinha

Ufa…
Passou na globo!
Eternizamos a nossa marca na mente da massa
Dos jovens viventes
Agora vamos alavancar!!
Às custas do mísero salário de cada consumidor
Sim, é ele quem vai pagar pela nossa ideia
Para que ela atinja o vizinho, sobrinho, amiguinho… Continuar lendo

Carnificina Brasis

vitimas do escárnio da polícia brasileira
MATA…
depois questiona o dono das tais digitais
BANG BANG BANG BANG BANG BANG BANG BANG BANG
mundo acaba em fogo: atingidos pelas balas
Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão
com marcas de sangue pisado pelo rato cinza ladrão
de vida, morte e vida, dormir e acordar, acordar e ir Continuar lendo

#cabalaemtodos

Os muros pintados até que são bonitos, mas silenciosos.. Os muros pichados são mais do que precisos, até com seus preciosos ‘berros’ excessivos.

Refletindo sentado sobre uma ponte, com o fixo olhar de alcance longe: ao observar mirantes, noto a cobertura onde alguém se esconde. Abaixo, nítido, vejo no asfalto uma cara [$] face da fome

Para cada dez muros retos brancos, mil letras tortas aos prantos. O abstrato coletivo. Letras de sensações. Sensações com sentimento. Sede e fome no vertical chão em que se dormem.  Continuar lendo

#SouMinasGerais

O Brasil é um país solidário. Sobretudo porque temos uma história marcada pelo sofrimento, pelo engano, pela iniquidade e tantos outros males que ao mesmo tempo nos distancia e nos une. Vinte e sete capitais preenchidas por, além de um povo heroico, sessenta e quatro mil políticos eleitos democraticamente por nós, povo. Entre presidente, vice-presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e prefeitos, todos funcionários da população e remunerados com o dinheiro que pagamos pelo alto imposto cobrado de nós. Imposto que é um dos mais altos do mundo! Incluindo salários, auxílios e demais verbas, cada deputado custa, em média, 147 mil reais aos cofres públicos todos os meses, segundo dados da própria Câmara. Isso representa um gasto anual de quase 2 milhões, para cada deputado em exercício.

De todos esses bilhões gastos pelo Senado brasileiro, R$ 1,3 bilhão são usados só para pagar aposentadorias de ex-senadores e ex-servidores da Casa – 35% do orçamento. Das despesas atuais, que somam R$ 2,3 bilhões – cerca de 63% –, pelo menos 8 milhões são destinados somente ao pagamento de horas extras. Ou seja, o congressista brasileiro é o mais caro do mundo! Perdemos apenas para os Estados Unidos. Lideramos o segundo lugar num ranking de 108 países.

A minha vontade de pesquisar e expor estes dados aqui é simplesmente para nos conscientizar e nos colocar no lugar certo na existência capitalista atual: o lugar da sabedoria. Um cidadão que sabe seus direitos e seus deveres, que compreende o tamanho desta nação e a força que ela possui em comunhão, luta pelo que é seu. Luta pelo país e cobra de quem realmente deve ser cobrado.

O que me causa estranheza é a desorganização generalizada que a gente vive diariamente e há tanto tempo: na saúde, educação, economia, na cultura e em todos os outros setores. Se o país tem linhas de frente para atender às demandas, então por qual motivo nunca há melhoria nestas questões primordiais, para então vivermos numa sociedade melhor e justa?
O tempo é rei!

Estive presente num encontro super emocionante que rolou ontem no Espaço das Américas, aqui em São Paulo, para ajudar de alguma maneira os afetados pelo desastre que ocorreu em Mariana, região central de Minas Gerais. O motivo do evento é arrecadar verbas e viabilizá-las à um fundo gerenciado pelo Greenpeace, em prol dos atingidos pelo rompimento das barragens da Samarco.
Grandes artistas da música nacional, pessoas que nos agregam de fato, formaram, juntos, um dos shows mais emblemáticos que eu já vi. Pessoas comuns, ligadas à arte, provocaram com ímpeto o nosso coração e aquela troca de ideias e energias positivas me remeteu a origem do problema: o sistema!

Maior que o buraco cavado pelos mercenários políticos deste solo gentil. Somos arte demasiada.

Maria Gadú, Tulipa Ruiz e Mariana Aydar encabeçam um show beneficente intitulado #SouMinasGerais com as participações de Ney Matogrosso, Emicida, Filipe Catto, Thiaguinho, Ana Cañas, Tiago Iorc, Paulo Miklos, Nando Reis, Marina Lima e Fafá de Belém. Cada um com o seu encanto e sua Luz. Fora o show histórico e cheio de novidades, performances extraordinárias (Uma delas foi Tulipa cantando Víbora  , Marina numa capela de arrepiar cantando Fullgás com o público enquanto Gadú na guitarra, e tantos outros momentos históricos). Um repertório majestoso, construído sequencialmente, uma coisa levou à outra. Bem produzido, bem dirigido. Um espetáculo descontraído, emergente, focado em prol do Brasil e dos brasileiros, seus estudantes, seus desbravadores. Fafá e Nando proclamaram, cada um, discurso que abriu a mente de todos os presentes. Fafá nos encoraja com a sua força e garra que teve diante dos conflitos oriundos na sua época de garota; quando lutava à favor do voto democrático. Foi uma conquista! Nando nos lembrou que a responsabilidade de um país melhor é nossa, realmente, mas cabe aos políticos se moverem para criar soluções pros problemas que o Brasil enfrenta constantemente, (já que os políticos recebem muita grana pra isso.) Nando somou com sua visão realista e otimista. Sem otimismo não flui!

Enquanto o alto salário de um político (sem contar os benefícios e regalias) apenas o torna complacente nos momentos de pedir votos, os artistas somam à sociedade mais que os excelentíssimos engravatados do congresso, estes que muitos nem sabem quem são! Se você me questionar quem é o vereador que “luta” pelo meu bairro, eu não sei responder e penso: há quantos indagados assim como eu? (o vereador que eu votei não ganhou!)  Os Problemas em Mariana e em todos os outros lugares do Brasil devem ser solucionados por nós, Brasileiros, porque se depender de mal resultado em urnas, fodeu!

Na terra do índio, o artista se movimenta e soma mais que o político. Gratidão aos ARTISTAS!souminas

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Todo mundo Cada um

Todo mundo Cada um pensando, imaginando ou simplesmente observando uma coisa diferente do outro. Ou igual. Mas nem todos. Muitos acreditam fielmente em Deus, outros não. Uns passando pelo Minhocão enquanto outros tiram um lazer em Downtown. Tantos lugares… cada um no seu: você; alguém no meu: Eu. Há os focados no amor e outros na dor. Uns aguardam parados, outros estão suados. Incontidos. Sufocados. E tem o futuro. Um ou outro planejando a paz e também têm os que tramam a guerra, os que vivem o cais. Há quem me trate bem e quem trate mal. Tem de tudo mesmo… E com tantas diferenças e tantas semelhanças, o espelho da minha alma abre uma esperança ao que remete à minha infância. Passou. Há os loucos e os normais (este último ninguém quer ser mais). Tamanhas as possibilidades que neste instante adquiro do universo, se eu lhe contasse dirás que sou incerto… Você, porquê talvez, para o outro, não. Há quem seja influente e para eles os influenciados. Existe quem me conquistou com um sorriso, e este mesmo corre o risco de por outro ser odiado. Faço este escrito para o futuro, que no passado alguém lia e no presente pode ser que não cause nada, entretanto prontamente me alivia e provavelmente mistificará. Inúmeras são as diferenças em cada viver, cada sonho… Por isso eu não aceito compreender quieto os injustos que não acreditam em cada maneira peculiar de proclamar uma ideia, uma VIDA. Pior quando a gente deixa de apreciar a diferença alheia; automaticamente a nossa própria identidade se perde. E aí, quem sabe um dia, o amor cura… Apesar de alguém (louco) ainda achar que o desamor, também.

diferente

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